segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Infraestrutura alavancará a cadeia de transporte em 2010
Os planos voltados à expansão da área de infraestrutura no País, previstos para os próximos anos, vão contribuir com a retomada da indústria fornecedora de equipamentos ao setor de transportes, que em seus vários segmentos observará uma queda média de 20% nos negócios em 2009, ainda em decorrência da turbulência econômica. Os projetos de mobilidade urbana, a implantação do trem de ata velocidade (TAV), o pré-sal, concessões de rodoviárias e ferroviárias, e até o incremento no turismo podem trazer a cadeia produtiva de volta aos patamares de 2008, um dos períodos mais aquecidos da história recente do setor.
Um dos exemplos destes benefícios é o mercado de carrocerias de ônibus, cujo cálculo é de um retrocesso de 19% da produção este ano, se comparado com as 31 mil unidades produzidas em 2008. “Nessa área, temos como fatores positivos para a retomada os estudos de implantação de projetos de ônibus rápidos que devem ser apresentados como solução à mobilidade urbana nas cidades que vão sediar a Copa de 2014″, analisou José A. F. Martins, presidente do Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviário (Simefre).
De acordo com Martins, já em 2010 as vendas do segmento no mercado interno podem ser parecidas com o que foi visto em 2008, quando foram comercializadas 25 unidades. O executivo citou ainda como impulso os aportes em estrutura viária, previstos no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), e até um mercado em desenvolvimento no Brasil, que é o dos ônibus escolares, muito comum em outros países.
Além dos projetos, é claro, a perspectiva de que o Produto Interno Bruto (PIB) do País volte no próximo ano à casa dos 5%, como se vem projetando, também influenciará a recuperação, bem como a manutenção das atuais linhas de crédito, disponíveis aos segmentos envolvidos em todas as cadeias. Ainda na área dos ônibus, um outro projeto que promete imprimir força extra à industria é a reestruturação de todo o sistema interestadual e internacional de passageiros, com a prorrogação das licenças das empresas até 2011, segundo Bernardo Figueiredo, diretor da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). “Todo esse processo desencadeará uma renovação da nossa frota rodoviária, e as empresas voltarão a investir. Isso também beneficiará a indústria”, colocou. No segmento de implementos rodoviários (que compõem os caminhões), a perspectiva é de que o ano de 2009 feche com R$ 4,5 bilhões de faturamento, representando uma queda de 20%. Porém, a expectativa para o ano que vem é de que haja um crescimento de até 10% sobre este resultado. “Os investimentos em infraestrutura, aliados ao aquecimento da construção civil e aos bons resultados do setor agrícola, vão aquecer a demanda do setor rodoviário de cargas, trazendo a necessidade de haver mais caminhões”, diz César Pissetti vice-presidente do Simefre.
Trilhos
Outro setor que está otimista para 2010 é o ferroviário. Fabricantes de vagões, carros de passageiros e locomotivas devem terminar 2009 com um faturamento de R$ 2,1 bilhões, montante menor do que os R$ 2,6 bilhões de 2008. Para o próximo ano, os empresários acreditam em um aumento do número de encomendas. “Há no País hoje projetos que somam 16 mil quilômetros de ferrovias em curso e dos quais 5 mil estão em implantação, o que deve favorecer os fabricantes de trens”, acrescentou o diretor-geral da ANTT.
Para a diretoria do departamento ferroviário do Simafre, outra forma de garantir mais oportunidades ao setor da indústria ferroviária é que o projeto do TAV garanta mais de 50% de conteúdo nacional na fabricação dos equipamentos, o que será possível também pela tão comentada transferência tecnológica.
Já o setor de motocicletas será favorecido pelos projetos voltados ao planejamento da mobilidade urbana, como a regulamentação do segmento de moto-frete, popularmente conhecido como o de motoboys, além de um marco regulatório para atividade dos moto-táxis, fatores que podem incrementar a frota do País. Em 2009, a produção de motos caiu 26%, mas a indústria pretende pelo menos chegar perto dos níveis produtivos de 2008. “Além disso, contamos a curto prazo, com fatores como a injeção de dinheiro no mercado no final do ano, com a elevação do emprego a renda dos nossos clientes-alvo para aquecer as vendas”, incluiu Paulo Takeuchi, também vice-presidente do Simefre.
Sustentável
Não é só a produção de motorizados que deve aquecer-se com as melhorias de infraestrutura: o setor de bicicletas também entra nesse bolo. “As políticas de sustentabilidade na mobilidade urbana, com a criação de ciclovias vão beneficiar nosso setor”, disse Eduardo Musa, do Simafre.
Fonte: Blog Eber/ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE LOGÍSTICA E TRANSPORTE DE CARGA
Um dos exemplos destes benefícios é o mercado de carrocerias de ônibus, cujo cálculo é de um retrocesso de 19% da produção este ano, se comparado com as 31 mil unidades produzidas em 2008. “Nessa área, temos como fatores positivos para a retomada os estudos de implantação de projetos de ônibus rápidos que devem ser apresentados como solução à mobilidade urbana nas cidades que vão sediar a Copa de 2014″, analisou José A. F. Martins, presidente do Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviário (Simefre).
De acordo com Martins, já em 2010 as vendas do segmento no mercado interno podem ser parecidas com o que foi visto em 2008, quando foram comercializadas 25 unidades. O executivo citou ainda como impulso os aportes em estrutura viária, previstos no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), e até um mercado em desenvolvimento no Brasil, que é o dos ônibus escolares, muito comum em outros países.
Além dos projetos, é claro, a perspectiva de que o Produto Interno Bruto (PIB) do País volte no próximo ano à casa dos 5%, como se vem projetando, também influenciará a recuperação, bem como a manutenção das atuais linhas de crédito, disponíveis aos segmentos envolvidos em todas as cadeias. Ainda na área dos ônibus, um outro projeto que promete imprimir força extra à industria é a reestruturação de todo o sistema interestadual e internacional de passageiros, com a prorrogação das licenças das empresas até 2011, segundo Bernardo Figueiredo, diretor da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). “Todo esse processo desencadeará uma renovação da nossa frota rodoviária, e as empresas voltarão a investir. Isso também beneficiará a indústria”, colocou. No segmento de implementos rodoviários (que compõem os caminhões), a perspectiva é de que o ano de 2009 feche com R$ 4,5 bilhões de faturamento, representando uma queda de 20%. Porém, a expectativa para o ano que vem é de que haja um crescimento de até 10% sobre este resultado. “Os investimentos em infraestrutura, aliados ao aquecimento da construção civil e aos bons resultados do setor agrícola, vão aquecer a demanda do setor rodoviário de cargas, trazendo a necessidade de haver mais caminhões”, diz César Pissetti vice-presidente do Simefre.
Trilhos
Outro setor que está otimista para 2010 é o ferroviário. Fabricantes de vagões, carros de passageiros e locomotivas devem terminar 2009 com um faturamento de R$ 2,1 bilhões, montante menor do que os R$ 2,6 bilhões de 2008. Para o próximo ano, os empresários acreditam em um aumento do número de encomendas. “Há no País hoje projetos que somam 16 mil quilômetros de ferrovias em curso e dos quais 5 mil estão em implantação, o que deve favorecer os fabricantes de trens”, acrescentou o diretor-geral da ANTT.
Para a diretoria do departamento ferroviário do Simafre, outra forma de garantir mais oportunidades ao setor da indústria ferroviária é que o projeto do TAV garanta mais de 50% de conteúdo nacional na fabricação dos equipamentos, o que será possível também pela tão comentada transferência tecnológica.
Já o setor de motocicletas será favorecido pelos projetos voltados ao planejamento da mobilidade urbana, como a regulamentação do segmento de moto-frete, popularmente conhecido como o de motoboys, além de um marco regulatório para atividade dos moto-táxis, fatores que podem incrementar a frota do País. Em 2009, a produção de motos caiu 26%, mas a indústria pretende pelo menos chegar perto dos níveis produtivos de 2008. “Além disso, contamos a curto prazo, com fatores como a injeção de dinheiro no mercado no final do ano, com a elevação do emprego a renda dos nossos clientes-alvo para aquecer as vendas”, incluiu Paulo Takeuchi, também vice-presidente do Simefre.
Sustentável
Não é só a produção de motorizados que deve aquecer-se com as melhorias de infraestrutura: o setor de bicicletas também entra nesse bolo. “As políticas de sustentabilidade na mobilidade urbana, com a criação de ciclovias vão beneficiar nosso setor”, disse Eduardo Musa, do Simafre.
Fonte: Blog Eber/ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE LOGÍSTICA E TRANSPORTE DE CARGA
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Fotos do Tribunal do Juri
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Mas afinal o que é Qualidade?
Na busca por uma definição, a mais comum é a de que "Qualidade é a adequação ao uso". Pois bem, o que seria adequação senão o que eu percebo como sendo de qualidade pra mim?
A qualidade vem da percepção, de padrões pré-definidos ou estudados para atender certa necessidade ou gerar o valor que se espera de um determinado produto ou serviço.
Quando mencionamos o termo valor, nos referimos há algo intrínseco, são valores perceptíveis (tangíveis) como por exemplo um aparelho celular, ao comprá-lo, temos como testar suas funções, analisar o designe, e, se atende as nossas necessidades, pronto......temos um valor agregado nesse produto. Há também, os valores intangíveis, mais voltados às emoções, sentimentos proporcionados, exemplos: quando contratamos um serviço, é algo que não se pode mensurar em termos tangíveis, porém o resultado pode proporcionar uma sensação, ou uma "visão" de qualidade no serviço se bem executado!!!
Imagine-se recebendo algo que adquiriu através de um site, na compra, ao ver as fotos um produto maravilhoso, já na entrega (serviço), recebe da transportadora uma caixa toda amassada!!! Que valor você percebe ao ver esta embalagem?
Isso é o que chamamos de valor agregado. Por isso ao desenvolver um produto, todo o contexto da produção até a entrega final e seu consumo é cuidadosamente analisado para se criar este valor, parcerias são firmadas, há envolvimento de clientes, fornecedores, enfim, todo um esforço em processos e atividades que denomina-se Supply Chain Management (Gestão da Cadeia de Suprimentos).
Confuso? Não, na verdade a qualidade existe pra simplificar processos, padronizar e como já disse, agregar valor. Mais adiante veremos sobre Programas de Qualidade e Supply.
Bom trabalho!!!!!
Blog do Eber
A qualidade vem da percepção, de padrões pré-definidos ou estudados para atender certa necessidade ou gerar o valor que se espera de um determinado produto ou serviço.
Quando mencionamos o termo valor, nos referimos há algo intrínseco, são valores perceptíveis (tangíveis) como por exemplo um aparelho celular, ao comprá-lo, temos como testar suas funções, analisar o designe, e, se atende as nossas necessidades, pronto......temos um valor agregado nesse produto. Há também, os valores intangíveis, mais voltados às emoções, sentimentos proporcionados, exemplos: quando contratamos um serviço, é algo que não se pode mensurar em termos tangíveis, porém o resultado pode proporcionar uma sensação, ou uma "visão" de qualidade no serviço se bem executado!!!
Imagine-se recebendo algo que adquiriu através de um site, na compra, ao ver as fotos um produto maravilhoso, já na entrega (serviço), recebe da transportadora uma caixa toda amassada!!! Que valor você percebe ao ver esta embalagem?
Isso é o que chamamos de valor agregado. Por isso ao desenvolver um produto, todo o contexto da produção até a entrega final e seu consumo é cuidadosamente analisado para se criar este valor, parcerias são firmadas, há envolvimento de clientes, fornecedores, enfim, todo um esforço em processos e atividades que denomina-se Supply Chain Management (Gestão da Cadeia de Suprimentos).
Confuso? Não, na verdade a qualidade existe pra simplificar processos, padronizar e como já disse, agregar valor. Mais adiante veremos sobre Programas de Qualidade e Supply.
Bom trabalho!!!!!
Blog do Eber
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Provas
Seção das Provas Todos os Conteúdos sobre as Provas
Qualquer Dúvida ENTRE EM CONTATO COM O ANDERSON
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