terça-feira, 13 de abril de 2010

Eike, o homem dos US$ 27 bilhões



A vida, os negócios e os conselhos do primeiro brasileiro a entrar


na lista dos dez mais ricos do mundo




No início de 2008, o empresário Eike Batista afirmou que seu maior sonho era se tornar o homem mais rico do mundo, dentro de cinco anos. Quase ninguém o levou a sério. Ele era rico, muito rico, conhecido por sua capacidade extraordinária de multiplicar o patrimônio. Mas estava longe dos ícones do capitalismo dos dias de hoje: o megainvestidor americano Warren Buffett, o criador do império da Microsoft, Bill Gates, o magnata mexicano das telecomunicações, Carlos Slim, entre outros. Dois anos depois, seu projeto já não parece galhofa. Eike foi o bilionário que mais ganhou dinheiro no ano passado – sua fortuna aumentou em US$ 19,5 bilhões, segundo a revista americana Forbes, que anualmente publica a lista dos mais ricos do mundo.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Adminstração de materiais

Apostila do Professor Alex


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A Vida da Logística

A Maldição da Logística

Conta a lenda que, quando Deus liberou o conhecimento sobre a logística, cargas e descargas e para os homens, determinou que aquele "saber" ficaria restrito a um grupo muito selecionado de sábios. Mas, neste pequeno grupo, onde todos se achavam "semi-deuses", alguém traiu as determinações divinas...

Aí aconteceu o pior! Deus, bravo com a traição, resolveu fazer valer alguns mandamentos:
1º Não terás vida pessoal, familiar ou sentimental.
2º Não verás teu filho crescer.
3º Não terás feriado, fins de semana ou qualquer outro tipo de folga.
4º Terás gastrite, se tiveres sorte, pq se não terás úlcera.
5º A pressa será teu único amigo e as suas refeições principais serão os lanches, as pizzas e o china in box.
6º Teus cabelos ficarão brancos antes do tempo, isso se te sobrarem cabelos.
7º Tua sanidade mental será posta em cheque antes que completes 5 anos de trabalho;
8º Dormir será considerado período de folga, logo, não dormirás.
9º Trabalho será teu assunto preferido, talvez o único.
10º As pessoas serão divididas em 2 tipos: as que entendem de transportes e as que não entendem. E verás graça nisso.
11º A máquina de café será a tua melhor colega de trabalho, porém, a cafeína não te fará mais efeito.
12º Happy Hours serão excelentes oportunidades de ter algum tipo de contato com outras pessoas loucas como você.
13º Terás sonhos, com motoristas, exportação,importação, expedição, recebimento,inventários e mais , resolverás problemas de trabalho neste período de sono.
14º Exibirás olheiras como troféu de guerra.
15º E, o pior...inexplicavelmente gostarás de tudo isso!

E finalizando, deixo a nossa oração:

ORAÇÃO
Sistema de logística que estais na empresas
Carregado seja o Vosso Programa
Venha a nós o vosso transportes
Seja gerada a lista de carregamento
Assim no sistema como na operação
As entregas de cada dia nos dai hoje
Perdoai as nossas devolução
Assim como nós perdoamos quando há diferenças e divergências
Não nos deixeis cair em Auditoria
E livrai-nos da Fiscalização

quarta-feira, 24 de março de 2010

Saiba quais as cidades brasileiras que mais contratam no país

Estudo comparou as contratações dos anos de 2008 e 2009 e revelou ainda as cidades que mais caíram no ranking






O ano de 2010 começou com uma verdadeira "avalanche" de concursos e oportunidades de empregos. São mais de 203 mil vagas espalhadas pelo Brasil veja aqui . Mas você sabe quais as cidades que oferecem o maior número de oportunidades?


Um recente estudo divulgado pela empresa Catho Online, especializada em recolocação de profissionais no mercado, comparou o número de contratações por cidade que mais contrataram no Brasil no ano de 2009. A cidade de São Paulo lidera em número de contratações seguida de Curitiba e Rio de Janeiro, respectivamente.


O estudo apontou ainda que, comparando 2008 para 2009, a maior evolução no número de oportunidades aconteceu em Maceió, que subiu seis posições no ranking das cidades que mais contratam no país, passando da 19ª para 13ª posição. Já a capital São Luís, sofreu a maior queda, em 2008 ocupava o 8º lugar no ranking e em 2009 caiu para o 18º.


O estudo foi realizado através de estatística com mais de 1.200.000 pessoas que conseguiram emprego nos anos de 2008 e 2009. Veja abaixo o ranking com as 21 cidades que mais empregaram nesses dois anos e a evolução delas durante esse tempo.






Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/informativo/saiba-quais-as-cidades-brasileiras-que-mais-contratam-no-pais/31436/

Networking de qualidade

Um novo estudo mostra que na hora de gerenciar a rede de contatos, confiança e troca de conhecimento valem mais que mil cartões corporativos



Se você considera importante manter mais de 500 contatos no LinkedIn ou se orgulha da coleção de cartões corporativos, é melhor repensar sua estratégia de networking. Dois estudos recentes mostram que qualidade é melhor que quantidade na hora de montar uma rede de contatos eficiente — aquela que de fato vai ajudá-lo a resolver problemas de negócios e a encontrar um novo emprego. Uma das pesquisas é a do antropólogo inglês Robin Dunbar, que ficou conhecido nos anos 90 por pregar que o cérebro humano é capaz de estabelecer círculos de amizade com no máximo 150 pessoas.

O cientista, da Universidade de Oxford, refez a pesquisa analisando o tráfego de sites de relacionamento, como Facebook e Plaxo, e concluiu que a tecnologia não ajuda na expansão da rede de amigos. Mesmo com mil contatos no LinkedIn, uma pessoa interage pela web, no período de um ano, com no máximo 150, repetindo o comportamento do mundo real. Em outro estudo, os americanos John Hagel e John Seely Brown, do Center for the Edge, instituto de análises da consultoria Deloitte, propõem uma revisão na maneira convencional de fazer networking.

Segundo os consultores, a abordagem comum, que consiste em conhecer muitas pessoas e recorrer a elas quando necessário — como na hora de procurar emprego —, acaba criando relacionamentos baseados em interesse, em que um lado enxerga o outro com desconfiança. O método não funciona na prática porque, dizem os autores, não cria engajamento entre as partes na solução do seu problema. O que dá certo numa rede de contatos, diz John Hagel em entrevista a VOCÊ S/A, é investir na criação de relacionamentos consistentes, baseados em confiança. Só que isso leva tempo e exige esforço pessoal, o que acaba por eliminar a possibilidade de envolver muitas pessoas. Mas como desenvolver essa rede qualificada? “A resposta é a troca de conhecimento”, explica Hagel, que, com seu colega Brown, lançará em abril, nos Estados Unidos, o livro The Power of Pull (“O poder de puxar”), sem previsão de publicação no Brasil, no qual apresentam a teoria de networking eficaz.

A base da tese é a utilização de um tipo de conhecimento que os autores batizam de “tácito”, uma série de aprendizados que a pessoa guardou de suas experiênmostra cias, mas que não tem facilidade para expressar. Ao contrário das realizações que o profissional usa para fazer marketing pessoal, o conhecimento tácito só vem à superfície quando há um diálogo franco entre duas pessoas. “Uma conversa atenta permite que a experiência mais rica do profissional apareça”, diz Flávia Portella, consultora da DBM, empresa de outplacement, que trabalha com executivos que precisam aprimorar o networking para se recolocar. Explorar a sabedoria que você tem, mas não sabe, não é um exercício fácil. Requer do profissional disposição para ouvir com atenção e aprender com a outra pessoa. A partir do que o outro diz, você pode verificar o seu repertório — seu conhecimento tácito — e sugerir soluções para ele.

Quando o conselho é bom, e se transforma em ajuda efetiva, você ganha pontos com essa pessoa. Ela se sentirá grata e, quando você tiver um problema, ela vai tentar ajudá-lo. Agora, imagine fazer isso com mil pessoas. É improvável que você consiga. Por isso, colecionar cartões de apresentação é uma tarefa quase inútil se não tiver um vínculo forte com o dono do cartão. Para os consultores da Deloitte, fazer networking é, acima de tudo, um exercício de coragem. “Expressar esse saber tácito é desafiador porque exige disposição para reconhecer fraquezas pessoais e erros”, explica Hagel. Pode ser duro, mas conseguir fazer isso, porém, é a chave do sucesso.

“Mostrando suas questões mais pessoais você deixa os outros saberem quem você realmente é”, diz Flávia Portella, da DBM. Mais importante e eficiente que ficar perguntando a história dos outros profissionais, segundo Hagel, é encontrar pessoas que compartilhem o mesmo desafio que você e, a partir daí, tentar resolver o problema em conjunto. “Além de somar os conhecimentos existentes, as pessoas podem desenvolver coisas novas juntas, o que é mais legal”, explica.



AJUDA NATURAL
Em busca de compartilhar questões profissionais, um grupo de vice-presidentes e diretores de marketing de grandes empresas se reúne mensalmente em São Paulo, no comitê de executivos de marketing da organização internacional World Trade Center (WTC). O grupo é restrito a 40 pessoas, para garantir alto nível na conversa. Isso cria um espaço onde os executivos se sentem à vontade para expor questões estratégicas, que são difíceis de ser discutidas dentro da empresa.

A base da coisa é confiança. Os números discutidos ali nunca são expostos e concorrentes são proibidos. “Isso permite que a gente receba conselhos qualificados, estabeleça boas parcerias de negócios e crie uma proximidade profissional”, diz Marcus Vinicius Georgi, diretor de marketing da SAP, responsável pela unidade Business Objects.

Quando o networking é feito dessa maneira, as sondagens de emprego aparecem de modo natural entre dois conhecidos. “O lado da carreira faz parte desse convívio”, diz Marcus Vinicius. No networking convencional, você empurra seus interesses para os outros, disparando e-mails e telefonemas para pessoas com as quais tem pouca intimidade. O certo, diz John Hagel, é fazer o contrário, ou seja, atrair pessoas para perto de você. A sugestão do consultor é comunicar quais são as coisas de que gosta, nas áreas em que se considera competente. “Isso pode ser feito em qualquer meio, de redes virtuais a festas, de apresentações corporativas a discussões no café do corredor”, afirma.

“Se o interlocutor tiver interesses e conhecimento nos mesmos assuntos, o receio de se expor diminuirá e será superado pelo desejo de se conectar e aprender.” Embora estejam ligados à imagem do networking comum, na qual quantidade é mais importante do que qualidade, sites de relacionamento, como LinkedIn e Facebook, podem ser bem utilizados. A boa prática consiste em buscar pessoas que compartilhem o mesmo interesse, o que é diferente de pedir favor. “Você pode atrair gente que vive dilemas semelhantes ao seu que você nem sabia que existia”, diz gel.

Esta é, por exemplo, a história razoavelmente conhecida da origem do sistema operacional Linux, rival do Windows, da Microsoft. Seu “pai”, o finlandês Linus Torvalds, tentando solucionar um problema pessoal de programação de computador, resolveu pedir a ajuda de outros programadores pela Usenet, uma rede ancestral à internet.

Sem querer, descobriu que havia, ao redor do mundo, vários programadores com o mesmo desafio. “O Linus Torvalds publicou o código do sistema e, a partir daí, angariou uma comunidade de voluntários que tinha os mesmos objetivos e problemas, que se dispôs a contribuir”, conta Rafael Peregrino da Silva, CEO da Linux Media, editora que publica a revista Linux Magazine.

NOVAS PRÁTICAS
Para John Hagel, do Center for the Edge, esse novo tipo de networking exige que as pessoas mudem seus hábitos. Entre as ações citadas estão desde a criação de blogs ou a participação de discussões online até escolher viver em cidades ou bairros onde um determinado tipo de conhecimento é explorado de maneira mais intensa. “A meta é pensar sempre em como atrair para nós mesmos a atenção de pessoas relevantes”, diz Hagel. O publicitário paulista Guilherme Loureiro, de 28 anos, gerente de mídia digital da agência de publicidade Talent, ganhou notoriedade na comunidade de mídia eletrônica por meio de um evento que começou a organizar há dois anos, o Happy Hour do Mercado Digital. De um encontro de networking para 16 pessoas, o evento cresceu e chegou a ter 500 participantes em uma de suas edições.

Em um determinado momento, Guilherme resolveu criar uma comunidade virtual na rede Ning, a Happy Hour do Mercado Online (HHMOnline), que hoje conta com 1 600 profissionais de publicidade digital. “Conheci muitas pessoas, já fui convidado para dar palestras”, diz. A maior contribuição da rede, afirma Guilherme, é exatamente proporcionar que pessoas com desafios comuns se encontrem e troquem informações. “Pensei na rede como uma forma de conectar profissionais jovens, que sofrem com pouco espaço para crescer no mercado”, diz ele.

“O legal é ver as pessoas se conectando, trocando informações, fazendo negócios e arrumando vagas.” Segundo Hagel, o mundo está entrando numa fase em que para ser inovador ou manter-se competitivo é importante ter acesso aos locais onde circulam as melhores informações — e as pessoas só vão conquistar esse acesso por meio de relacionamentos de confiança. Se você ainda não havia pensado nesse tipo de networking, está na hora de começar.

fonte: http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/networking-qualidade-538947.shtml
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